O legado do COVID

Temos sido bombardeados com notícias do COVID todos os dias. Mas o que teremos de legado quando isso acabar?

O COVID tem sido protagonista dos noticiários já tem um tempo. Diariamente recebemos uma enxurrada de informações, muitas vezes desconexas e nem sabemos onde ou em quem acreditar. A junção de uma pandemia, com a paralisação da economia, nos traz um cenário sem precedentes. O momento exige sim atenção e muito cuidado, mas o contexto nos faz pensar no que esse problema pode nos trazer de legado – a não tão longo prazo assim. No nosso último artigo, falamos em lições que podem ser aprendidas com o COVID (aqui!), mas hoje queremos abordar mudanças que poderão ser observadas na sociedade e de maneira perene.

Muito tem se falado sobre o COVID. Mas qual será o legado que essa crise vai nos deixar?

Elencamos então abaixo, 7 mudanças que com certeza nos trarão para o início de uma nova Era – pós COVID – que assim como todos, esperamos que esteja mais perto do que nunca:

  1. O menos é mais: aquela máxima, que pode nos parecer batida, ganhou força. Será mesmo que precisamos de tudo que antes estava no nosso cotidiano para viver? Os hábitos de consumo atuais certamente terão (e já estão tendo) alterações. A incerteza com relação à renda é sim um fator decisivo, mas também estamos revisitando quais são nossas prioridades, e isto deve alterar o comportamento de muitos.
  2. O futuro é agora: muitas empresas, de uma hora para outra tiveram que se reinventar. Aquele futuro digital que para muitos podia parecer distante, chegou sem bater na porta. O digital deixa de ser uma opção para ser uma obrigação no modus operandi das organizações – não importando o seu tamanho.
  3. O propósito tem que ser claro: o retorno das atividades de cada uma das empresas depende, fundamentalmente da retomada da sua cadeia de valores em que ela está inserida. A crise pode (e vai!) passar, mas as consequências das atitudes tomadas neste momento, terão impactos. Portanto, o propósito, os valores de uma companhia tem que ser cada vez mais explícitos e praticados – seja com os seus colaboradores, com os stakeholders, e isso será cobrado e acompanhado de perto por seus clientes e consumidores.
  4. Novas maneiras de experiências: com o andamento do surto de COVID, experiências que antes eram majoritariamente presenciais, foram flexibilizadas e ganharam novos formatos. Hoje, é possível visitar um museu pelo computador. As lives de shows viraram febre nesse momento. Esse comportamento, podem evoluir para experiências culturais imersivas, que conectam o real e o virtual.
  5. Novos modelos de ensino: assim como trabalho remoto, as aulas online, viraram reais para muitos estudantes e professores. E em breve, com tecnologias como realidade e assistentes virtuais, as aulas não precisarão ser necessariamente presenciais, em sala de aula nos moldes que conhecemos desde sempre. Mas claro, que a interação, os debates e trocas de ideia ainda serão imprescindíveis, portanto talvez as aulas saiam da sala de aula para serem realizadas em qualquer lugar – desde que permita ainda a proximidade e troca entre alunos e professores.
  6. A automatização está próxima: as funções que são feitas repetidamente, sem que necessitem de interpretação humana, serão em breve automatizadas (seja no business to business seja no business to consumer). O comércio online, a entrega de refeições e o maior uso de transações bancárias eletrônicas aumentaram o hábito do digital. E, com isso, esse processo vai se acelerar. Setores inteiros serão redesenhados – até mesmo os de saúde.
  7. O presencial não morre, mas deixa de ser uma obrigação: de uma hora pra outra, fomos retirados dos nossos ambientes de trabalho. A rotina do escritório foi abruptamente interrompida, para um cotidiano totalmente diferente, dentro de casa. E aquilo que era temido por muitas organizações, foi se mostrando possível de ser realizado. As entregas continuam acontecendo, mas agora os colaboradores passam menos tempo no trânsito, mais tempo com suas famílias, e se dedicando a si mesmo. Difícil voltar atrás em um ganho como este, certo? Não, o escritório não vai morrer! Mas ele vai deixar de ser obrigatório e passa a ser muito mais flexível.

O mundo pós-pandemia ainda é incerto. Muitas transformações e enormes desafios nos esperam pela frente. Voltar a fazer a roda girar não será fácil. Mas as empresas que saibam fazer isso da maneira correta – e certamente digital – se sairão bem e prontas para uma nova Era. E sua empresa, está preparada para este novo momento? Nós da PerfTracker queremos ser uma ferramenta para te auxiliar a atingir este novo modelo. Quer saber mais? Acesse nosso site www.perftracker.com.br e fale com um de nossos colaboradores para conhecer nossas soluções.

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