Inteligência Artificial: nenhum bicho de sete cabeças

Inteligência Artificial ainda é um termo que arrepia muita gente, mas será que é algo tão complexo assim?

A Inteligência Artificial é um recurso que veio junto com a evolução tecnológica e ela tem cada vez mais, ocupado espaço nas discussões. Para muitos, esse artifício ainda é um tabu e gera um certo medo: até onde a inteligência artificial pode ir? Quais seus limites? Seremos substituídos nas nossas funções?

Esse artigo não tem o objetivo de responder essas perguntas, mas sim, trazer alguns subsídios para te auxiliar a ter sua opinião e pensar na inteligência artificial como uma ferramenta que pode nos ajudar no nosso cotidiano e não necessariamente aquele bicho de sete cabeças.

Para começar, vale passarmos pela definição do que é a inteligência artificial: a grosso modo, ela é uma tecnologia que permite que sistemas simulem a inteligência humana, para ir além de programação de ordens, para tomar decisões de forma mais autônoma baseada em padrões provenientes de bancos de dados. Com isso, máquinas e sistemas apendem através da experiência e conseguem detectar mudanças e fazer ajustes a elas para que possam realizar as suas tarefas de maneira similar aos humanos, só que com maior potencial de repetição, eficiência e agilidade.

O conceito de inteligência artificial vem como uma importante ferramenta para que nós, humanos, possamos nos “livrar” de demandas que exijam decisões mais engessadas para termos tempo para atuar de maneira mais humana, criativa e inovadora e intervir na resolução de problemas que robôs não saberiam fazer.

O uso de inteligência artificial ainda é para muitos motivo de medo. Mas será que esse recurso é algo tão distante de nós?

Para te ajudar a desmistificar esse conceito, listamos abaixo alguns exemplos de como essa tecnologia já está presente no nosso cotidiano:

  • Aplicativos de rotas: esse é um exemplo dos mais triviais – os aplicativos de rotas, através do banco de dados que eles têm disponível, e das informações que recebem a todo momento, fazem uma interpretação de qual melhor caminho para que você leve menos tempo para chegar ao seu destino.
  • Assistentes virtuais e chatbots: seja para um suporte em sites, seja as assistentes que estão nos nossos celulares ou em casa esse é um bom exemplo prático de como a inteligência artificial está no nosso cotidiano. Seja para solicitar uma informação no seu site preferido, ou para pedir a previsão do tempo, as assistentes têm cada vez sido mais presente e úteis no nosso dia a dia e evoluem com o passar do tempo.
  • Processos de contratação: hoje, muitas empresas já tem aplicado a inteligência artificial em seus processos seletivos, utilizando recursos digitais (potencializados com a pandemia) que ajudam o recrutador a saber quais dos candidatos tem mais identificação com a empresa e mais chances de performar melhor.
  • Serviços de streaming: aqui, toda a personalização entre sugestões que você recebe no seu streaming, vem através de inteligência artificial – entendendo seu perfil, navegando em dados de perfis semelhantes e no banco de conteúdos que podem bater com o seu gosto.

Estes são só alguns dos exemplos que podemos citar de maneira mais simplificada de como a inteligência artificial está no nosso cotidiano e não precisa ser algo que devemos temer. Nas empresas, ela tem sido um importante recurso facilitador de processos.

A sua empresa já aplicou a inteligência artificial em algum dos procedimentos do cotidiano? Esse pode ser um recurso potencializador das suas atividades. Quer saber e conhecer um pouco melhor sobre esse tema? Nós da Evope podemos te ajudar! Acesse www.evope.com.br e fale com um de nossos consultores.

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